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Rev. José Roberto da Silva e Ivone

12/08/2023

Portugal, julho de 2023

E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido. Atravessando a Pisídia, dirigiram-se a Panfília. 25 E, tendo anunciado a palavra em Perge, desceram a Atália e dali navegaram para Antioquia, onde tinham sido recomendados à graça de Deus para a obra que haviam já cumprido. Ali chegados, reunida a igreja, relataram quantas coisas fizera Deus com eles e como abrira aos gentios a porta da fé. E permaneceram não pouco tempo com os discípulos. (Atos 14:23-28) Voltaram os apóstolos à presença de Jesus e lhe relataram tudo quanto haviam feito e ensinado. E ele lhes disse: Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto; porque eles não tinham tempo nem para comer, visto serem numerosos os que iam e vinham. Então, foram sós no barco para um lugar solitário. (Marcos 6:30-32) A primeira jornada missionária de Paulo e Barnabé teve seu registo de início no capítulo 13.1.3 do livro de Atos. Chamados pelo Espírito de Deus e despedidos pela igreja, empreenderam longa viagem, por diversas cidades onde pregaram a judeus e gentios. Foram bem aceitos por uns, desprezados e perseguidos por outros. Uma das situações foi tão grave que apedrejaram a Paulo e ele foi tido como morto (14.19-20). Num determinado ponto voltaram para Listra e outras cidades para constituir presbíteros para cuidarem daqueles que haviam crido em Cristo. Então regressaram para onde começaram, em Antioquia, e passaram a relatar tudo o que Deus fizera com eles e como abrira aos gentios a porta da fé. Em Marcos 6 lemos situação similar; Jesus enviara seus apóstolos para vários locais, “Então, saindo eles, pregavam ao povo que se arrependesse” (Mc. 6.12). Depois voltaram e relataram para Jesus tudo quanto eles haviam feito e ensinado. E Cristo, conhecedor que é da natureza humana e sensível às suas limitações, levou-os para um lugar tranquilo para descansar e recobrar forças do tempo intenso de trabalho. Tanto os 12 quanto depois, Paulo e Barnabé, estavam felizes em perceber o quanto Deus fizera por meio deles. O Senhor deu à toda a Igreja a Grande Comissão. E alguns de nós, apoiados pela igreja, vão para as jornadas missionárias e é bom terminar um ciclo de trabalho no Senhor, descansar, cuidar de nós mesmos e poder relatar à igreja o que Deus tem feito por nós. Em breve eu e a Ivone estaremos no Brasil depois de mais um período de 5 anos no campo de Portugal. Por isto convidamos aos irmãos a agradecer pelo que o Senhor tem feito por meio de nós e a interceder por necessidades do campo. 

Motivos de Gratidão: Agradeçamos. 

  1. Pelo segundo ano de estabelecimento da 1a Igreja Presbiteriana na Póvoa de Varzim. Somos gratos ao Senhor por fazer nascer e sustentar o seu povo.
  2. Pelas tantas vidas que têm passado entre nós, sendo alimentadas e confortadas por Sua palavra. E por aquelas que estão connosco a lutar para o avanço desta causa a fim de abençoar gerações.
  3. Pelo findar de mais um curso de Homilética ministrado na FitRef, e por nossos irmãos alunos para que sejam servos fiéis àquele que nos chama.
  4. Pela impressão do livro. O período da pandemia, como dissemos numa carta à época, foi produtivo para nosso trabalho. Foi nessa ocasião que passamos a dar instruções à Igreja de Póvoa e depois à Igreja de Braga, sobre os oficiais da igreja. Isto tomou-nos meses. Como fruto desse trabalho, entendemos que deveríamos divulgar mais as instruções sobre o assunto. Foi assim que desenvolvemos uma parte do material constituindo-a num livro em duas versões, uma para o Brasil e a outra para Portugal. O nome escolhido foi: A Bênção de Servir: Instruções sobre o ministério diaconal. Assim, depois de uma longa trajetória de investimento de recursos, tempo, e trabalho, foram impressas as duas versões aqui em Portugal. Se tudo correr bem levaremos alguns exemplares para o Brasil.
  5. Pelo lançamento do livro. Recentemente combinamos com a Segunda Igreja Presbiteriana de Martinópolis, São Paulo, para lá fazermos o lançamento das duas versões. Deve ocorrer no dia 19 de Agosto. Todos estão cordialmente convidados. Desde já agradeço ao conselho da Igreja pela oportunidade. Bem como aos irmãos Pb. Solano Portela e Pr. Ronaldo Lidório pela bondosa apresentação que fizeram do livro.
  6. Pela II Conferência de Mulheres Cristãs ocorrida na Póvoa e pelas vidas alcançadas. 7. Pela II Encontro da Família Conservadora ocorrido em Lisboa no mês de Maio.
  7. Pelos encontros que tivemos com famílias na Região de Aveiro: São João da Madeira, Ovar e Aveiro.

Motivos de intercessão: Intercedamos: 

  1. Pelo projecto de uma família missionária. Há cerca de 2 anos conhecemos o casal Eliezer e Vânia. Ele, pastor da Igreja Cristã

Evangélica, alinhado com as doutrinas reformadas. Ambos trabalharam durante longos anos no Porto. Voltaram ao Brasil por razões de saúde física e emocional. Agora, em visita aos lusitanos, nos encontramos novamente, manifestaram o anseio de voltarem para Portugal para mais um período de colaboração missionária, e expressaram que, se isto acontecer, desejam estar connosco e colaborar com a Póvoa. 2.Pelo estabelecimento de família na Póvoa. Quarta, enquanto começava a escrever esse relatório, recebi mensagem do Lucas, um irmão, pregador e educador da Igreja Reformada do Rio de Janeiro, com o qual temos mantido conversação durante estes últimos meses. Em sua mensagem, me avisou, de sua chegada em Vila do Conde, cidade contígua à de Póvoa. Na quinta-feira, tivemos um encontro entre famílias, e ele pregou na Póvoa. Eles e nós temos orado e cogitado a possibilidade de unirem forças connosco. Esperamos no Senhor. 

  1. Por brasileiros em nossa região no Porto. Temos recebido contactos de irmãos recém-chegados de várias partes do Brasil.

Dentre estes, três famílias estão alocadas há alguns quilômetros da nossa casa. Ainda não sabemos por quanto tempo ficarão. Procuram igreja para congregar. Póvoa parece distante para estes e outros contactos que são feitos, sobretudo se a família não tem condução própria. Há algumas opções de igrejas no Porto, mas quando falamos de igreja comprometida com Fé Reformada, não há muito para onde ir. Isto tem sido um desafio para nós. Julgamos que, para além do trabalho projetado, nossa estada neste terreno parece ser uma antecipação para receber outros irmãos que sentem Portugal como uma alternativa de melhor qualidade de vida. O facto é que algumas crises atuais no Brasil estão mais avançadas em Portugal e muitos que chegam ainda não percebem isso. Leva tempo para notar. Essa situação tem-nos preocupado e também é um desafio para a Igreja Presbiteriana como um todo, visto que temos juntos, irmãos, recursos materiais e humanos para suprir a lacuna de mais igrejas reformadas sólidas neste país. 

  1. Pelas carências de missionários em Portugal e nos Países Balcãs.
  2. Pelos encontros com famílias realizados na Região de Aveiro, para que continuem e que as famílias sejam fortalecidas e todas as necessidades sejam supridas.
  3. Pela solução efetiva sobre nosso carro. Os problemas persistem. Recentemente tive que fazer uma revisão anual costumeira

obrigatória que apontou outros problemas a pedirem nossa atenção. Facto é que não temos solução para o momento. Estamos a remediar a situação o quanto podemos de modo que não ameace a nossa segurança. 

  1. Por nossa viagem mais extensa ao Brasil em Julho, pelo suprimento de nossas necessidades e desafios adiante. Neste período intentamos: Revisar projecto missionário; Cumprir responsabilidades com a APMT; Tirar férias pendentes e atuar para resolver questões de ordem familiar; Cuidar da saúde e verificar questões de Exames Gerais e Odontológicos; Participar de reunião com o nosso Presbitério ou executiva; Visitar, mediante convite, parceiros e atuar para estabelecer novas parcerias para sustentabilidade do projecto e suprir desafios do campo.

No amor do Cordeiro Rev José Roberto da Silva e Ivone Rocha dos Santos Silva Porto, Portugal

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