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Rev. Reginaldo Goulart e Leonor

Queridos irmãos,

Vivemos dias difíceis de muitas incertezas, ansiedades da alma, dor e sofrimentos para muitos! Ao nosso lado, porém, nós os que cremos, está o Grande Deus Soberano, Senhor da história, fiel às Suas promessas!

“Ciganos em quarentena” – O nomadismo em xeque!

SOCIEDADE
Se estamos sentindo a falta de circular livremente nesta quarentena, imaginem os ciganos que nunca souberam o que é se fixar em um lugar. A primeira diáspora cigana aconteceu por volta do ano 1100 d.C., portanto, essa quarentena é algo novo que eles agora experimentam em 1.000 anos de dispersão pelo mundo.

CULTURA
Um aspecto da cultura cigana tem contribuído para minimizar os efeitos da crise. Como são um grupo étnico minoritário coeso, eles se unem em situações de crise para se proteger mutuamente. Um exemplo, um cigano rico da Bahia enviou 40 cestas básicas para ajudar ciganos goianos da nossa região.

IGREJA
Alguns líderes entre os crentes ciganos confirmam que a pandemia tem afetado diretamente as atividades de geração de renda entre eles. Praticamente 100% deles vivem do trabalho informal da venda ambulante. No quadro geral, dizem que a ajuda emergencial do Governo tem auxiliado para aliviar a crise de alguns.

Atualizando as notícias… “Ciga-Nos”.

Notícias do Acampamentos em Guapó – discipulado e reunião da Igreja

Os crentes continuam juntos em pequenos clãs familiar e estão cuidando uns dos outros. Temos enviado mensagens online e os líderes locais estão compartilhando com suas famílias incentivando os crentes à oração, a ouvir a Palavra em áudio e dar apoio aos mais necessitados. Veja abaixo o relato do Dario Cigano enviado dia 07/05:

“Graça e paz, irmãos,

Nesse período de quarentena tivemos as atividades reduzidas, em abril centralizamos os esforços com o grupo de Guapó do qual faço parte. Como a tenda é aberta, passamos a reunir uma vez na semana, é pouco, mas como o local não atende as exigências do governo, achamos melhor assim, tendo reunião de orações com grupo menores em casa. O grande desafio é o distanciamento social, pois os ciganos tem dificuldades em ficar isolados, e num eventual  contágio muitos irão contaminar-se, nós aqui de Guapó somos residentes, mas tem vários grupos que vivem acampados de barraca em Itumbiara, Morrinhos, Piracanjuba, … eles são mais propensos ao contágio por falta de informação, ou até mesmo a falta de recursos, tendo que ir atrás de recursos para sustento ficando assim expostos, mas cremos que o Senhor Jesus nos guarda.

Nesta semana iniciei o estudo sobre o batismo com uma jovem que se rendeu a Cristo, a Aparecida. Peço orações pois sua família é muito idólatra.

No mais estamos bem com a graça de Deus. Agradeço a amada igreja que vem nos ajudando em orações e no sustento; rogo a Deus que abençoe grandemente a junta missionaria e a liderança, agradeço a parceria na pregação do Evangelho ao povo cigano. Que o Senhor Jesus derrame bençãos sem fim a toda igreja. Deus vos abençoe.”

Acampamentos de Morrinhos e Piracanjuba / GO
Em abril conseguimos entregar presencialmente as cestas básicas para três famílias mais carentes. Este mês, com o apoio de três Igrejas Presbiterianas locais e um irmão empresário, foram entregues cestas básicas em cinco acampamentos para as famílias mais carentes.

Acampamento de Caldas Novas / GO
Algumas famílias saíram da cidade com medo da pandemia para se juntar a seus familiares em outras cidades da região. Ore e participe. Procure se informar com a Secretaria de Ação Social da sua cidade sobre a presença e situação alimentar nos acampamentos ciganos e auxilie.

Notícias da nossa família:
Estamos com os quatro filhos e sete netos espalhados e isolados em diferentes contextos nos países onde moram. Só nos vemos e nos falamos via internet desde novembro p.p. Todos estão bem dentro das possibilidades e da situação dos efeitos da pandemia. A Rachel e Gary, missionários na Guatemala, e o Isac no Oriente Médio, é quem sofrem mais restrições do Lockdown imposto pelas autoridades locais. Dependemos do cuidado de Deus na vida deles. Obrigado por orar por nós quanto família.

Com gratidão, Reginaldo e Leonor Goulart – contato: rrgoulart@gmail.com

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