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Rev. Reginaldo e Leonor Goulart

Brasil/Ciganos, julho, 2020
Os “do Caminho” correm risco de dispersão!
 
Com o falecimento do Sebastião Cigano, aflora aspectos étnicos da cultura cigana. As pressões  dos costumes e tradições em face à morte abalam o grupo como um todo.  O Sebastião era o líder clânico; sua liderança era fator de coesão do clã e agora se sentem vulneráveis.
Tradicionalmente, quando os ciganos perdem um dos anciãos, abandonam o lugar deixam tudo para trás e saem; pelo menos por um tempo, meio que sem rumo devido à tradição nômade.
Embora a igreja cigana já esteja há mais de cinco anos no mesmo lugar – algo raro entre eles – em momentos como este, as tradições e costumes culturais étnicos relativos à morte, são fatores de enorme pressão sobre as famílias; portanto, o risco de dispersão da igreja é grande. 
Há dois dias eles estão discutindo estas questões. Ainda não decidiram como um todo pois alguns estão divididos quanto ao que fazer.
Precisamos que os irmãos sustentem a Igreja cigana com suas orações
em face ao risco de dispersão. Orem pela liderança da igreja por firmeza nesse momento crucial.
 
Juntos na oração,
 
Reginaldo e Leonor Goulart
Ciganos no Brasil – APMT

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