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Rev. Raimundo e Veridiana Montenegro (Albânia) – 05/09/2014

“E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito. Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo”. 2Co 3.18; 4.6

Finalmente, pela graça divina, chegamos à Albânia. Este momento foi ansiado por nós há muito tempo, mas sob a providência divina, veio a acontecer na manhã da quinta-feira de 28 de agosto de 2014; e, por isso, nós estamos muito felizes: chegamos em terras ilíricas, onde desejamos servir ao Senhor como família missionária, na Albânia dos Bálcãs. Contudo, queremos agora recordar um pouco do muito do que o Senhor tem feito por nós nesta fase inicial do nosso projeto Ilírico.

Estivemos por um ano na terra do Tio Sam (US) para o desenvolvimento do Inglês e o estabelecimento de uma rotina familiar perdida no tempo de divulgação. Pela graça divina, conseguimos condições mais econômicas e facilitadas para isso. Eu me lembro do dia que nós chegamos lá, quando a minha irmã e a sua família (marido e filha) foram nos pegar no aeroporto de Detroit, MI, estado vizinho. Nós estávamos muito ansiosos, pois havíamos, enfim, deixado o nosso país para trás e iríamos experimentar a primeira imersão cultural em outro país, língua e costumes.

No fim desse período, nós os pais, estávamos felizes porque todos os nossos filhos superaram a primeira etapa de necessário aprendizado do inglês satisfatoriamente. Eles já têm o suficiente da língua que já estão usando na escola cristã onde estudam na Albânia.  Isso tem aliviado o estresse na nova imersão lingüística e cultural que estamos iniciando, no universo albanês. Veridiana diz que nunca viu os meninos tão animados em um primeiro dia de aula como eles ficaram aqui na Albânia; louvamos ao Senhor por isso também!

Antes de virmos à Albânia, passamos um período de muito intensa agenda no Brasil: entre procedimentos médicos, bancários, documentais, reuniões eclesiásticas e visitas/pregações em seis diferentes Igrejas num período de 16 dias, não tivemos um único dia sequer de folga, mas graças ao Senhor deu para fazer quase tudo o que necessitava, ficando algumas coisinhas para outros resolverem por nós e a visita à parte da família que mora no nordeste para o próximo retorno ao Brasil.

Eu estou me sentindo uma criança, começando a descobrir a vida, pois além da língua albanesa ser completamente estranha aos meus ouvidos e compreensão, o que me deixa totalmente dependente de intérprete nesta fase inicial, os costumes e a rotina são bastante diferentes: desde os malabarismos que os motoristas fazem no trânsito até os simples atos de concordar e discordar balançando a cabeça. Em compensação, a comida é saborosa, mais natural e o povo tem se mostrado receptivo e hospitaleiro.

Louvamos ao Senhor pela equipe na qual ele nos colocou: Benilton, Nancy e Karin (a família pioneira), assim como Élder, Soraya e Victor (também brasileiros) e Klodis (albanesa também em candidatura pela APMT). Este povo tem se desdobrado para nos ajudar nesta fase inicial de tantas necessidades, grande dependência e intenso choque de realidade.

Nos laços do Cordeiro,
Raimundo, Veridiana, Ester, David, Arthur e Felipe Montenegro.
"Até o Ilírico, pelo Evangelho de Cristo" (Rm 15.19)

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