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Rev. Norval e Laudicéia da Silva (Povos Indígenas) – 05/12/2012

O colega Isaac de Souza escreveu um artigo tempos atrás que tem servido para explicar bem o que tem acontecido com o movimento indígena.  Segundo ele, o trabalho entre indígenas veio em ondas. A primeira representa missionários estrangeiros que aqui vieram; a segunda, brasileiros não-indígenas que se prontificaram a pregar a palavra. A terceira onda, segundo Isaac é a de indígenas que se dispõem a pregar o Evangelho a seus patrícios. Pois bem, neste mês de novembro esteve conosco aqui na aldeia um indígena, juntamente com sua noiva, fizeram um estágio conosco.  O pessoal aqui da aldeia ficou bastante impressionado com o fato de conhecer um indígena com tanto preparo e conhecimento da Palavra de Deus.  O testemunho dele foi muito importante para dar uma visão de como é um indígena crente, já que o povo não conhecia alguém indígena como eles, mas que serve ao Senhor. A bênção foi maior ainda porque há grande possibilidade de que eles venham fazer parte de nossa equipe e passe a trabalhar conosco a partir do segundo semestre do próximo ano.

2. Tradução de Atos dos Apóstolos foi iniciada

Outra boa notícia que temos a dar é que a Lau iniciou a tradução do livro de Atos dos Apóstolos essa semana.  Ela e nossa co-tradutora indígena já terminaram o capítulo 1. Além dessa tradução, estamos fazendo as correções no Evangelho de Lucas e preparando o texto para a consultoria a ser realizada no próximo ano.

3. Aulas no CFM em São Paulo

Enquanto uma parte da equipe estava na aldeia, eu fui a São Paulo para ministrar um curso de “Introdução à lingüística” para missionários da APMT.  Na turma formada por dez alunos tínhamos candidatos ao trabalho na Europa, Ásia, América e Oriente Médio. Louvamos a Deus pelo privilégio de contribuir para a formação de novos missionários, sangue novo na Seara do Senhor!

Ainda em São Paulo, tive a oportunidade de pregar e compartilhar o nosso trabalho na igreja Presbiteriana Betel, igreja essa que tem sido parceira em nosso projeto.

4. As lutas na aldeia

Nem tudo é notícia boa. Infelizmente temos que compartilhar com os irmãos que os problemas de venda ilegal de madeira e alcoolismo continuam bem graves em nossa área. Isso tem trazido inconstância por parte dos indígenas que têm demonstrado algum interesse no Evangelho. Tem trazido também muita tristeza para nós. Confessamos que em alguns momentos a tentação de desistir do trabalho e ir para outro campo é bem real.  Contudo, temos convicção plena de que Deus nos trouxe aqui e por isso não desistimos. O verso que colocamos no início dessa carta é bem real para nós. Os que confiam no Senhor são firmes como um monte. Ainda que as circunstâncias sejam totalmente adversas, permaneceremos aqui, pois cremos que somos a luz nesse local e se sairmos as trevas tomarão conta. Além disso, passamos dez anos orando para ter acesso a esse povo e estamos aqui há seis anos. Não vamos desistir assim tão facilmente!

5. Louvamos a Deus por:

 

  • Pela vida do casal indigena e o desejo deles de se juntarem a nós
  • Pelo início da tradução de Atos
  • Pela adaptação de um irmão aqui conosco
  • Pela saúde da família
  • Pelos filhos
  • Pelo privilégio de servir a Deus em missões

6. Rogamos a Deus por:

  • Pelas missões APMT e ALEM
  • Pelas igrejas e pessoas que nos sustenta. 
  • Saúde do pai de Norval (Antonio Fernandes, com leucemia)
  • Perseverança diante das lutas na aldeia
  • Sustento (estamos com o sustento abaixo das necessidades)
  • Precisamos trocar a moto nesse fim de ano e para isso precisamos de recursos específicos
  • Continuação da tradução
  • Conversões entre o povo indígena com os quais trabalhamos.

Muito grato a todos pelas orações e contribuições. Desejamos a todos um fim de ano maravilhoso a todos!

Em Cristo,

 

Norval (por Lau, Lucas, Carol e Sara).

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