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Rev. Augusto e Martha Liza

Huancayo, 02 de junho de 2020

“Porque yo sé muy bien los planes que tengo para ustedes afirma el Señor, planes de bienestar y no de calamidad, a fin de darles un futuro y una esperanza.” Jeremías: 29:11

Fevereiro – Férias no Brasil

Queridos parceiros, intercessores, amigos e familiares, escrevemos para vocês da Cidade de Campinas, SP, Brasil. Isso mesmo, apesar do nosso grande desejo de estar em Huancayo, as condições nas quais fomos alcançados pela Pandemia que atualmente tem como epicentro o Brasil, não nos permitiu estar em Huancayo neste momento.

Conforme informamos anteriormente, eu e Martha viemos ao Brasil em fevereiro para entrevista e renovação do contrato com a APMT. Isto se fez necessário porque em março de 2020 cumprimos três anos de Projeto, e é uma exigência da Agência, que após três anos de trabalho, seja realizada uma reunião presencial para avaliação e renovação do contrato com a APMT.

No dia 12 de fevereiro tivemos reunião com a Diretoria da APMT para avaliação do trabalho desenvolvido nestes 3 anos em Huancayo e apresentação do Projeto de Trabalho para os 3 seguintes anos: 2020 a 2022. A Diretoria da APMT se considerou satisfeita com o relatório apresentado e renovou nosso contrato por mais 3 anos.

Infelizmente compareci sozinho a reunião com a APMT. Como é do conhecimento de vocês, Martha veio com o tornozelo quebrado e vários ligamentos rompidos, e assim que chegamos em Campinas entrou em tratamento, que se estendeu até 19 de março, quando recebeu alta.

No mês de fevereiro investimos bastante tempo na realização do nosso check up anual, que também é uma exigência da APMT de 3 em 3 anos. Graças a Deus nos encontramos bem de saúde.

Aqui no Brasil visitamos as Igrejas Parceiras: Igreja Presbiteriana Ebenézer – Campinas, SP e Igreja Presbiteriana do Jardim Licínia – Campinas, SP. Também visitamos a Igreja Cristã Chinesa em Campinas. Infelizmente não conseguimos visitar a Igreja Presbiteriana de Pinheiros, devido aos cuidados com o repouso de Martha.

Ainda gostaríamos também de ter visitado novas Igrejas, a fim de apresentar o Projeto e propormos parceria, no entanto, os cuidados com a saúde e repouso de Martha nos impediu. Continuamos a rogar a Deus, certos de que ele tem tudo em Suas mãos, que nos envie novos parceiros e oportunidades de apresentarmos o Projeto que Deus tem colocado em nossos corações a novos parceiros.

Cada um no seu país

Inicialmente nosso plano era retornarmos juntos no dia 04 de março a Huancayo, no entanto, devido Martha estar terminando o tratamento do acidente que sofreu em fevereiro, eu voltei sozinho a Huancayo no dia 4 de março e Martha ficou para regressar ao Peru em 30 de março.

Neste contexto, foi que a Pandemia nos alcançou. Martha estava no Brasil, na casa de um dos nossos filhos e eu em Huancayo, sozinho em nossa casa.

Com o passar do tempo, a crise sanitária causada pelo coronavírus se agravou e o Peru fechou suas fronteiras internacionais e intermunicipais a partir de 15 de Março de 2020. Sendo assim, aeroportos e estradas interestaduais e intermunicipais ficaram fechadas e ninguém podia entrar no país ou viajar de uma cidade para outra dentro do país.

Desta forma, eu estive sozinho em casa, preparando as minhas refeições com alguma dificuldade. Embora eu seja peruano e tenha família no Peru, meus irmãos estão em Lima e minha mãe com a minha irmã moram na região da selva do Peru. Isolado em Huancayo não tinha a assistência de nenhum familiar. Não foi fácil atravessar o período de isolamento em plena solidão. A pior situação seria se eu me contagiasse, pois não teria nenhum familiar em Huancayo para estar comigo.

Todo contato nosso com a Igreja em Huancayo e com as Igrejas de Huancavelica se faziam através de WhatsApp, Zoom e Facebook. Eu não podia estar presencialmente com as pessoas e com os irmãos da igreja. O governo já havia decretado que escolas e igrejas estarão fechadas até dezembro, e proibiu qualquer ajuntamento de pessoas, ainda que em suas casas, as pessoas não podiam se reunir.

A Igreja então se reunia todos os Domingos através da nossa página no Facebook, onde celebrávamos nosso culto de adoração.

Eu e Martha orávamos para que o Senhor nos permitisse estar juntos para passar toda a crise causada pela Pandemia e esperamos no Senhor este dia chegar.

Em abril Martha comemorou o seu aniversário. Foi a primeira vez que passamos esta data separados. Mais ainda assim, comemoramos com nosso neto, Mateus, Elias e Marina. Eu acompanhei tudo pelo WhatsApp.

O Peru e o Corona

O Peru foi o primeiro país da América do Sul a adotar as medidas de Isolamento. Na verdade, as medidas impostas pelo governo peruano a população mais se aproximava de um lockdown.

A partir do dia 15 de março de 2020, o Peru fechou todos os aeroportos e todas as estradas. Ninguém podia entrar ou sair do país, bem como não podiam se locomover de uma cidade para outra.

As pessoas só podiam sair de casa para comprar comida ou remédios e eram obrigadas a sair de máscara. O exército e a Polícia Nacional foram colocados na rua, e ainda estão para controlar a população. Se uma pessoa está na rua e não tem como comprovar que foi comprar remédio ou comida a pessoa é detida por 24 h. Numa fase posterior, o exército e a polícia nacional tiveram permissão para atirar em caso de desobediência.

Em Huancayo os carros particulares também não podiam circular. Somente poucos táxis tinham uma permissão especial para circular levando no máximo 1 passageiro, e esta permissão tinha que ser renovada de dois em dois dias, parece que agora no final de maio às pessoas já podem utilizar seus carros para se locomoverem para comprar comida e remédios.

Um tempo depois foi instituído o toque de recolher, e ninguém podia sair de casa das 18h às 5h da manhã. Agora foi modificado e o toque de recolher é das 20h às 5h da manhã.

O governo peruano também já decretou em março que não haverá reuniões de pessoas em escolas, festas, reuniões sociais, faculdades, igrejas e todo e qualquer tipo de ajuntamento de pessoas até dezembro de 2020. Desta forma, eu só podia me comunicar com os irmãos da Igreja através de telefone ou redes sociais.

Embora o governo tenha tomado as medidas recomendadas pela OMS, existem situações sociais e estruturais no Peru que dificultam e muito a sua luta contra a Pandemia. Uma delas são os baixos salários e a economia informal. A grande maioria da população de Huancayo vive da economia informal, vendendo suas mercadorias e serviços pela manhã para levar comida a tarde para a casa. Como não podiam sair para trabalhar, não tinham dinheiro para comprar comida.

Os que possuem salários, culturalmente habituaram-se a fazer compras de mantimentos diariamente, ao invés de comprar por um período maior de dias. Este hábito acaba por levar as pessoas a saírem mais vezes para compra, aumentando assim o número de pessoas na rua.

Em Lima, a rede hospitalar rapidamente entrou e continua em colapso. Não estão construindo novos leitos e não estão comprando respiradores suficientes para fazer frente à pandemia.

Em Huancayo temos dois hospitais de porte grande, mas estes hospitais não possuem estrutura para suportar uma pandemia nesta cidade de 500 mil habitantes. O número de leitos de UTI, respiradores e número de leitos normais não são suficientes para suportar a explosão da epidemia que é esperada. Todos os exames das pessoas com suspeitas da COVID19 são enviados a Lima, mas os trâmites são muito difíceis e demorados, tanto que muitos estão morrendo antes que o resultado enviado a Lima retorne a Huancayo.

Toda esta situação levou o Ministro da Saúde declarar em 11 de Abril: “Un grupo va a morir en el hospital, otro en la calle o en sus casas.”

Nos bairros mais afastados do Centro de Lima, como também em Huancayo, a maioria das famílias moram em quartos alugados ou casas pequenas, ficando um número grande de pessoas confinadas em um espaço pequeno e com pouca ventilação, devido a arquitetura das casas e o clima frio.

Apesar dos esforços do governo e apesar do exército e polícia estarem na rua para manter um isolamento eficiente, a população desobedece e é possível ver fotos de pessoas se amontoando para fazer compras de comida no mercado central.

Com este cenário, podemos prever um alto número de infectados no Peru, em especial em Lima e em Huancayo. E clamamos a Deus que abrevie este tempo de pandemia e nos dê a cura.

Por outro lado, existe sempre a possibilidade de caos social, pois o serrano e o campesino peruano rapidamente se levantam contra as autoridades. São pessoas simples, com uma filosofia de vida existencialista, que na impossibilidade de vender seus produtos ou mercadorias para levar comida para casa se sentem acuados e reagem. Com as medidas de restrição, podemos imaginar que existem muitas famílias passando necessidades trancadas em suas casas.

Há grande número de pessoas nas estradas de Lima para o centro do país, Huancayo e outras cidades. Estas pessoas saem caminhando em grupos pela estrada para as suas cidades/comunidades. Em Lima perderam seus empregos e não podem mais comprar comida e pagar o aluguel, então se aventuram na estrada. São centos de pessoas que se locomovem dispostas a tudo para chegar a sua comunidade, onde pelo menos tem uma vida em comunidade e podem plantar para comer.

Estamos falando de uma viagem de 8 a 15 horas de carro, que caminhando seriam de 7 a 10 dias, por montanhas há 5 mil metros de altura e muito frio. Então o poder público se vê obrigado a colocar ônibus para fazer o traslado destas pessoas até suas cidades de origem, e com elas viaja também o vírus. Já tivemos notícias de comunidades onde muitas pessoas morreram com o vírus trazido de Lima. É uma crise humanitária muito grande, colocando o Peru em estado de emergência.

Agora ao final de maio, quando o presidente anunciou a manutenção do isolamento até 30 de junho, às pessoas já não se importaram mais, e simplesmente saíram em grande número para as ruas, a fim de vender suas mercadorias. Elas dizem: “Estou morrendo de fome em casa, que eu morra logo com o vírus ou um tiro do exército na rua.”

O exército e a polícia já não conseguem mais conter a população. Esta era a situação que nós mais temíamos, o Peru passa por um grande caos social com a explosão sem controle da propagação do vírus.

Pedimos as suas orações pela nação peruana, tão sofrida, com tantas lutas, e que está às portas de uma grande convulsão social.

Eu, o Peru e a Embaixada Brasileira no Peru – Deus é Bom!
Eu tenho 66 anos, e Martha tem 63 anos, sendo eu sobrevivente de câncer e ela diabética, pertencemos duplamente ao grupo de risco do COVID19.

Por outro lado, Martha não podia entrar no Peru, pois além das fronteiras estarem fechadas, não estavam permitindo a locomoção de pessoas de uma cidade para outra. Ela não tinha como chegar na nossa casa. O que fazer? Continuar separados?

Lima fica a 8 horas de carro e as estradas estão fechadas, não há acesso a nenhum outro estado ou cidade no país.

Vivemos assim por 1 mês e meio. Eu em nossa casa sozinho, isolado, e Martha aqui no Brasil na casa do Elias, Marina e Mateus, nosso neto.

Em Huancayo, cidade onde moramos não existe serviços delivery. Não tem Ifood, pedido de comida ou compras por telefone ou internet. Esta situação me obrigava a ir ao supermercado, o que era muito difícil pela falta de carros para transporte e pela possibilidade de contágio.

Pior do que isso era comer a comida que eu fazia, realmente, como cozinheiro sou um excelente pintor.

Foi então que Martha soube que a Embaixada do Brasil no Peru, que fica na cidade de Lima, estava organizando vôos humanitários para trazer brasileiros e residentes que tinham ficado no Peru quando do fechamento das fronteiras.

Entrei em contato com a APMT, que aprovou todas as medidas que pudessem nos proteger do contágio, incluindo o meu deslocamento para o Brasil. Martha entrou em contato com a Embaixada Brasileira para tentar me trazer para o Brasil.

Oramos a respeito, e tínhamos duas dúvidas: 1- qual era a vontade de Deus para nós; 2- seria seguro viajar de Huancayo para São Paulo, pelo risco de contágio?

A Embaixada respondeu em 5 minutos a mensagem no WhatsApp de Martha. E daí pra frente começou um longo processo que durou 10 dias.

Martha explicou minha situação de residência definitiva no Brasil e pertencimento ao grupo de risco para a COVID 19, e deu seguimento às negociações. Mas somente na noite que antecedeu a viagem tive a confirmação do vôo.

Temos certeza de que os trâmites com a Embaixada foi resposta de Deus as nossas orações, pois tudo que aconteceu desde o primeiro contato até a minha chegada ao Brasil nos deu a convicção de que Deus estava abençoando o meu deslocamento para o Brasil.

A Embaixada tramitou a permissão para eu viajar de Huancayo para Lima. Em Lima, me hospedei na casa do Pr. e amigo Fidel Argumedo, e na manhã seguinte o chofer do Embaixador do Brasil foi me buscar na casa de meu amigo. Chegando na Embaixada havia uma longa fila, mas a Senhora Lídia veio ao meu encontro e disse: Sr. Augusto, o Sr. Não precisa ficar na fila, sente-se aqui na frente. Tomaria muito tempo contar cada detalhe das atenções que recebi dos funcionários da Embaixada. Nosso coração ficou aquecido de perceber o cuidado de Deus conosco em cada detalhe, incluindo o fato de apesar de ter feito uma viagem de 2 dias, ter entrado em contato com tantas pessoas, não fui contagiado. A Deus todo Louvor, Toda Honra e Toda a Glória!
A Igreja segue em Missão

No mês de março e metade do mês de abril estive no Peru. Nas duas primeiras semanas a Igreja se reuniu normalmente, porém, a partir de 15 de março já passamos a ter os nossos cultos dominicais online, pois foi proibida a reunião de pessoas em igrejas, escolas, cinemas e afins.

Em nosso informativo do trimestre passado havíamos pedido orações para a Sra Violeta Victória, que se encontrava hospitalizada. É com alegria que informamos que a Sra Violeta já está em casa se recuperando, e tem participado quase todas as noites do devocional que fazemos. Pedimos que continuem a orar pela Sra Violeta, porque seu tratamento ainda está se realizando.

Atualmente estamos desenvolvendo o trabalho com a Igreja através de:

• Cultos dominicais online por meio da página da Igreja no Facebook https://www.facebook.com/IEPRPHuancayo/;
• Histórias e atividades para as crianças aos Domingos através do Grupo de Facebook “Club de Niños”
• https://www.facebook.com/groups/186325075476479/
• Devocionais e estudo bíblico todas as noites de segunda a sábado às 21:30 h (hora Brasil) e 19:30 h (hora Peru) através de reuniões via plataforma Zoom;
• Estudo Bíblico com os irmãos de Huancavelica através da Plataforma Zoom;
• Também iniciaremos um grupo de discipulado, através da plataforma Zoom, estamos aguardando apenas acordar o horário com os participantes.
Como atualmente não podemos nos reunir presencialmente, são todas atividades online, podendo ser desenvolvidas e postadas daqui do Brasil como estaria sendo feito em Huancayo.

Inicialmente ficamos tristes por não podermos nos reunir presencialmente como Igreja, mas Deus já tinha outros planos para nós como Igreja.

Começamos a nos reunir como “Igreja Online” através da página da Igreja no Facebook, e como nosso Deus é um Deus TREMENDO, Ele tem trazido muitas pessoas ao nosso culto online, através de recomendações e convites de membros da Igreja. São pessoas que não poderiam se reunir conosco presencialmente, mas que agora, via internet participam dominicalmente de nossos cultos de adoração.

Entre os participantes reunimos irmãos de diversas cidades do Peru, da Argentina, do Brasil e dos Estados Unidos. Esta experiência nos remete a visão de João em Apocalipse quando viu pessoas de todos os povos, tribos, raças e nações louvando ao Cordeiro. A Ele toda Honra e toda a Glória!

Nosso plano inicial é passar pelo pico da pandemia aqui no Brasil dando todo suporte a Igreja em Huancayo, pois as atividades da Igreja agora estão sendo feitas obrigatoriamente online.

Assim que a Igreja possa se reunir presencialmente e conseguirmos entrar no Peru, através da abertura das fronteiras, retornaremos a Huancayo, e novamente, reuniremos a Igreja para os cultos presenciais de adoração e louvor ao nosso Deus por suas incontáveis bênçãos neste período de Pandemia.

Oramos a Deus que nos fortaleça nesta tribulação e que abrevie o tempo desta pandemia, guardando os irmãos de Huancayo de todo o mal e abençoando os Seus eleitos espalhados em toda a face da terra. E que neste período de limitações, possamos testemunhar do amor e do poder de Deus para o louvor da Sua Glória.

Fraternalmente em Cristo,

Augusto e Martha Liza
Campinas, 02 de Junho de 2020

Nossos Pedidos de oração

Agradecimento
• Pelo cuidado, sustento e proteção Divina a cada dia
• Pela Igreja em Huancayo
• Pelas Igrejas de Huancavelica
• Pela renovação do contrato de trabalho com a APMT
• Pelo restabelecimento da saúde e mobilidade da Martha
• Pela alta hospitalar da Sra Violeta

Súplicas
• Pelos povos do Peru e do Brasil diante da pandemia
• Por sabedoria e rendição a Deus dos líderes das nações Brasileira e Peruana
• Por uma vacina ou remédio para a cura da COVID19
• Por ofertas de amor para Cyber Church IEPRP Huancayo para enviarmos cestas básicas para os membros da Igreja e outras pessoas que não estão podendo trabalhar
• Pelo nosso sustento – A moeda peruana está quase o dobro da brasileira, e isto diminui aproximadamente de 40 a 50 % dos recursos enviados para nós
• Pelo grupo de irmãos que se reúnem todas as noites para um período de devocional e oração
• Pelo grupo de discipulado que vai se iniciar
• Pela Sra. Violeta Victória, mãe de Violeta – conversão e saúde
• Por nossa saúde, e que Deus nos dê graça e sabedoria para desenvolver o trabalho de evangelismo e pastoreio da Igreja online

Nossos Parceiros em Ministério:
• Agência Presbiteriana de Missões Transculturais-APMT/IPB
• Família Internacional Anônima
• Igreja Presbiteriana de Pinheiros – São Paulo
• Igreja Presbiteriana Ebenézer – Campinas, SP
• Igreja Presbiteriana do Jardim Licínia – Campinas, SP
• Corporación Cyber – Huancayo, Peru

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