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O Sustento Missionário e a Peste

Acho engraçados alguns rumores que tenho ouvido desde o início da Peste. Especulação pra cá, especulação pra lá e assim os dias longos e inauditos vão passando.

Na semana que a quarentena foi decretada no Brasil, eu estava numa cidade a mais de 400 Km da minha. Passei aqueles dias com um grupo de 50 missionários conversando sobre sustento missionário. Daí comecei a voltar pra casa, devidamente precavida e desinfetada, até que o lenga lenga começou: “O que será dos missionários?”, “As pessoas perderão seus empregos”, “Os dízimos vão despencar!”, “A primeira ‘despesa’ que as igrejas cortarão será a oferta missionária.”, “Sem cultos públicos, as igrejas deixarão de arrecadar!”, “Os missionários começarão a voltar do campo.”, “O dólar e o euro estão na estratosfera!”

Bom, essas são algumas das falas que têm circulado, além de outras. Tudo bem que no mundão lá fora, em meio ao cataclisma midiático, coisas assombrosas têm sido faladas, repetidas, aumentadas, modificadas, inventadas e por aí vai. Só que no nosso caso, gente que tem Dono, quem deve formar nossa opinião não é a Rede de Televisão X, nem o político AB ou C, nem muito menos a lixaiada vomitada pela Internet. Nós não somos aqueles que seguem laconicamente na direção da luz de uma tela; não somos aqueles cujas vidas serão afetadas porque uma não tão suprema corte, um presidente, um ministro, um senador ou um deputado decidem reger suas orquestras de autômatos sem vida própria; tampouco somos do tipo que se aproveita da Peste pra ganhar dinheiro escuso. Nós somos súditos. Isso mesmo: SÚDITOS. E súditos têm um monarca. Eles seguem tudo que seu rei ordena e não ousam questionar seus editos. Então vamos parar de blá, blá, blá.

Presidentes vão e vêm. Na minha idade, eu sobrevivi a vários deles: João Goulart, Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel, Figueiredo, Sarney, Collor, Itamar, Fernando Henrique, Lula, Dilma, Temer, estou sobrevivendo ao atual e, se Deus não me levar antes, ainda devo ver outros na sequência. Também sobrevivi, aqui no Brasil, a taxas de inflação anuais inimagináveis! Durante mais de 3 anos da minha vida, a inflação anual foi de DOIS DÍGITOS! E tudo esteve sob o cetro do nosso Rei. Então vamos parar de blá, blá, blá.

Se você está na minha faixa etária, e está lendo isto aqui, sabe que continuamos vivinhos da silva e seguindo nossos caminhos, mesmo depois de muitas guerras que assolaram o mundo… a Guerra dos 6 dias, a do Camboja, a de Angola, do Vietnã, do Afeganistão, Irã-Iraque, do Líbano, do Golfo, da Chechênia, do Congo, do Kosovo, da Etiópia, o 11 de Setembro, a Invasão do Iraque, a guerra da Geórgia, da Líbia, da Síria, do Iêmen, do Sudão e alguns outros conflitos armados pelo mundo afora. Essas guerras passaram e nosso Rei continua sobre o trono. Então vamos parar de blá, blá, blá.

Aquele que mandou alagar o mundo em 40 dias de muita chuva, que fez uma mulher dar à luz aos 90 anos, que dividiu o mar ao meio, que mandou comida cair do céu, que fez o sol parar, que consumiu com fogo a lã molhada, que fez uma jumenta falar que nem gente, e que derrubou um gigante de quase três metros com uma reles pedrinha, é o mesmíssimo HOJE. Ele é o Rei sobre toda a Peste, e é o Rei que está com seus súditos durante a Peste.

Então, meu povo, chega de blá, blá, blá. ‘Bora entrar na sala do Rei, nos ajoelhar diante d’Ele, colocar nossa súplica em Suas mãos e descansar o coração. SE FOI ELE que mandou os missionários aonde quer que seja, é Ele que irá sustenta-los. Se for pra trazê-los de volta, é Ele que os trará. Se for pra tirar água da pedra, isso Ele fará. Como bons súditos, vamos ficar atentos, diligentes e obedecendo aos proclames do nosso Rei.

Mônica Mesquita

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