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Miss. Maurício e Ana Cristina Martinez

Zimbábue, 11 de Março de 2020

“E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito”. 1 João 5:14 – 15.

Queridos irmãos e parceiros do Projeto Casa de Pedra, graça e paz a todos!

A nossa viagem para o Zimbábue, em janeiro, foi a realização de um sonho. Após anos de espera para servir especificamente nesse país, sentimos uma grande alegria de poder conhecer as pessoas e podermos vislumbrar a terra tão esperada.

Diante de tantas novas informações, “confiança” é a palavra que mais vem à nossa mente, pois aquilo que parecia tão distante de ser alcançado para alguns, agora é realidade para nós. Deus nos levou até o local a respeito do qual Ele tem incomodado nossos corações nos últimos anos para servi-lo.

Quando voltamos à África do Sul, o nosso coração estava queimando de vontade de retornar logo para aquela terra. Foi como se, mesmo conhecendo tão pouco aquele local, uma parte de nós tivesse lá ficado. No entanto, mesmo com todo esse amor pulsando dentro de nós, ainda temos um pequeno mas burocrático processo pela frente.

No início do mês de fevereiro, tivemos uma resposta positiva com relação à parceria da APMT com o presbitério de Bulawayo. Em março, recebemos a lista da documentação necessária para a solicitação do visto. Temos uma série de documentos para providenciar e a obtenção de alguns deles é bem demorada, pois o processo é longo e burocrático. Precisaremos estender o nosso tempo no sul do continente para além do planejado, mas é a nossa melhor opção para solicitarmos o visto para o Zimbábue, via África do Sul.

Durante esse tempo, precisaremos exercer ainda mais a nossa confiança em Deus e esperar pacientemente até que tudo seja resolvido, pois deveremos ficar dois anos no Zimbábue. Tentaremos entrar com o visto de trabalho com a igreja local, mas eles podem aceitar ou negar. Nada é cem por cento garantido.

Enquanto todas essas coisas vão se resolvendo, cada uma a seu tempo, continuamos estudando inglês, pois é a língua oficial do Zimbábue, seguida do Shona e do Ndebele. No último mês, nós fomos aprovados para cursar níveis mais avançados do idioma, o que nos deixou mais animados e certos de que Deus está nos abençoando nesse tempo de estudo e, assim, poderemos nos aperfeiçoar e cumprir um programa além do planejado com relação ao estudo da língua.

Grupo de oração aos domingos à noite (da esquerda para a direita : Peter, Maurício, Ana, Chris, Alferes, Megan e Kenda).

Agradecemos aos queridos irmãos que tem nos acompanhado a cada passo, antes mesmo da saída do Brasil, pois sem a participação de cada um de vocês e das queridas igrejas não poderíamos estar vivendo esse tempo. Deus usa homens e mulheres que são servos fiéis para nos abençoar e fazer saber a todos que, acima de tudo, somos corpo e não fazemos nada sozinhos.

Peço que continuem orando por nós e, principalmente, por esse processo documental, o qual está inteiramente nas mãos do Senhor.
Exercendo a nossa confiança, sabemos que estamos no melhor lugar do mundo, que é onde Deus quer que estejamos.

Como participar?

Orando;
Divulgando nosso projeto em sua Igreja e aos seus amigos;
Mobilizando eventos;Investindo financeiramente

Motivos de oração e agradecimento:

Fidelidade de Deus em nossas vidas;
Processo de documentação e obtenção do visto para o Zimbábue;
Processo de evolução no estudo da língua inglesa.

Miss. Maurício e Ana Cristina Martinez

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