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Lembrando dos Amigos Pastores

Lendo hoje cedo o livro ‘Espiritualidade Subversiva’ de Eugene Peterson (Editora Mundo Cristão), deparei-me com uma parte na página 157 que propunha em poucas palavras o que é ser pastor.

Observando o livro de Apocalipse, Peterson propõe que João era teólogo, poeta e pastor. Reflete brevemente sobre o começo, com a criação de Deus, e sobre o fim, com o julgamento e a restauração.

Defende que o ofício do pastor é servir a Deus e ao povo de Deus no ‘meio-tempo’. E diz: “Entre o começo crido, mas não lembrado, e o fim esperado, mas inimaginável, há decepções, contradições, absurdos inexplicáveis, paradoxos desconcertantes – cada um deles o inverso do que se esperava”.

E segue: “O pastor é a pessoa que se especializa em acompanhar pessoas de fé que vivem ‘no meio-tempo’, enfrentando os detalhes pouco belos, as rotinas sem sentido, a maldade zombeteira, e se especializa em a todo tempo insistir e afirmar pertinazmente que esse ‘meio-tempo’ desagradável está ligado a um começo esplêndido e a um fim glorioso”.

Lembrei-me de meus amigos pastores que riem e choram a cada dia com aqueles que o Pai lhes confiou para pastorear. Nunca esqueçamos: Aquele que no início tudo criou e que ao fim todos julgará, o chamou e fortalece para caminhar com o Seu povo nesse ‘meio-tempo’. Sigamos pregando a grande esperança: um dia O veremos como Ele é.

Ronaldo Lidorio

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