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As Missões Transculturais da IPB e a Pandemia

Quem poderia imaginar que o mundo, literalmente, passaria por esta experiência?! Quase todos os setores da sociedade atual estão completamente “parados” por causa de um vírus. 

Mesmo diante de todo o desenvolvimento da Ciência, desde as pestes de séculos passados, mesmo em tempos nos quais a tecnologia parece não conhecer limites, em que a expectativa de vida do ser humano é cada vez maior, mesmo assim, o mundo sucumbiu ao Covid-19 e ainda não encontrou uma solução. Surgem muitas conjecturas, novas ideias, novos caminhos para pesquisa, tudo na esperança de encontrar uma solução que detenha esse flagelo que atinge toda a humanidade. 

Temos sido bombardeados por inúmeras notícias, tanto verdadeiras quanto falsas, que nos levam a tirar nossas próprias conclusões para, assim, tomar as decisões que as circunstâncias permitem. Estamos, como sempre, com nossa confiança exclusiva nas mãos do nosso Bendito Deus.

Os diferentes países e localidades, onde os nossos missionários estão atuando, também foram atingidos ou estão de alerta. Os governos têm adotado medidas de isolamento social para evitar o contágio massivo. Alguns governos decretaram toque de recolher, outros restringiram saídas apenas ao mesmo bairro da residência, alguns proibiram circulação de veículos, e assim cada país vai se ajustando.

Até o momento, não temos notícia de que algum missionário da APMT tenha sido infectado. Esse é um ótimo motivo para louvarmos ao Senhor, pois sabemos as complicações que essa doença pode causar, ainda mais para alguém que está longe de sua família e de seu país de origem. 

Temos acompanhado pelos meios virtuais as medidas que cada um deles está tomando, e todos estão seguindo as resoluções impostas pelos governos e seus profissionais de saúde, para assim evitarem exposição ao contágio. 

Uma prática adotada por praticamente todos os missionários, com exceção daqueles que estão em áreas remotas, sem acesso à energia elétrica ou à Internet, é a realização das reuniões eclesiásticas e “visitas aos membros ou a discipulandos” através das ferramentas virtuais que melhor se adaptem a cada realidade. Em alguns lugares, nos países mais carentes, onde há número grande de analfabetos e dificuldade de acesso à Internet, os missionários estão dando orientações para a realização de cultos domésticos, estudos bíblicos e como buscar a Deus em família. 

Todos os projetos continuam em andamento, claro que com as devidas limitações por causa das restrições impostas pelo isolamento social. Dois missionários que se encontravam em outro país, com suas respectivas famílias, para renovação de visto, por causa do fechamento das fronteiras ainda não conseguiram retornar para suas casas. Duas famílias missionárias que se encontravam no Brasil para renovação de projeto, por ocasião do início da quarentena, ainda não retornaram para o campo, mas estão mantendo contato com seus respectivos campos por meios virtuais, dando assim assistência às pessoas que necessitam. 

No momento da aprovação de cada projeto missionário, por parte da Diretoria e/ou Assembleia da APMT, nenhum deles previu uma situação como essa, pois ninguém poderia imaginar que algo assim acontecesse. Então todos estão tentando se adaptar.

O aspecto financeiro tem sido o mais sensível e problemático. Além da astronômica alta do Dólar, e do Euro, que já havia feito com que, em alguns casos, o sustento de missionários se reduzisse a 50% do mínimo necessário, o fato de as igrejas não estarem se reunindo, como de costume, fez com que houvesse uma baixa acentuadíssima no recebimento de dízimos e ofertas. Consequentemente, os presbitérios e a Tesouraria do Supremo Concílio também foram afetados com queda na arrecadação. Em última instância, isso pode gerar a interrupção no envio das ofertas acordadas entre as Igrejas, ou Comitê Gestor, com os missionários, o que pode culminar com o retorno de missionários do campo. 

Queremos encorajar os membros das igrejas a que se solidarizem com os nossos missionários, e não deixem de enviar suas ofertas! Façam transferência bancária, referente a dízimo ou oferta, para as contas de suas igrejas, e informem aos seus pastores e tesoureiros.

Por sua vez, que os pastores e tesoureiros continuem depositando as ofertas regulares para os missionários, além de continuarem enviando o dízimo dos dízimos para a tesouraria do Supremo Concílio da IPB.

Os missionários dependem exclusivamente das ofertas enviadas pelas igrejas e por irmãos e irmãs de todo o Brasil.

No início do mês de março, a APMT deflagrou uma campanha denominada “Oferta Emergencial”, conclamando todas as igrejas presbiterianas do Brasil a se esforçarem para enviar ofertas extras, com a finalidade de atender aos missionários em face às variações cambiais. A resposta começou a chegar, até que iniciou o período de isolamento social no Brasil. O Comitê Gestor da IPB, por sua vez, liberou o repasse de um valor adicional a cada missionário que atua fora do Brasil. Essas duas iniciativas foram maravilhosas, mas ainda não são suficientes diante de toda a demanda.

Quero convocar a Igreja Presbiteriana do Brasil a se mobilizar quanto a isso, e também a levantar um clamor pelos nossos missionários, para que permaneçam firmes, inabaláveis, supridos e constantes, mesmo atravessando esse momento de extrema dificuldade.

Louvamos a Deus pela iniciativa da CNSAFs – Confederação Nacional da Sociedade Auxiliadora Feminina, que tem levantado um clamor a Deus nas madrugadas. Alguns dos nossos missionários têm participado desses momentos e cremos que o Senhor está respondendo às orações daqueles que o buscam: “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes”. Jeremias 33:3

Una-se a nós, em favor dos ainda não alcançados!

Rev. Marcos Agripino
Executivo da APMT
Missionário na Base

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